Nossa Presença Local

Trinta anos de relacionamentos locais — não uma entrada recente no mercado.
Aerial view of São Paulo real estate development
Group of diverse people, including children and adults, gathered outdoors near a tractor and rural landscape with a pond and hills.

Uma Ponte de Trinta Anos

A ARD é construída sobre um legado familiar de trinta anos que conecta a Holanda e o Brasil. Essas raízes sólidas e presença local nos permitem navegar com expertise pela cultura e pelo mercado. Atuamos como uma ponte confiável, oferecendo a investidores internacionais acesso direto a oportunidades em São Paulo.

Extrema, Minas Gerais

Em um mercado marcado pela burocracia e por relacionamentos locais, a presença conta mais do que o capital. Ao longo de mais de vinte anos, a família fundadora construiu corretoras, concluiu empreendimentos e participou de fundos imobiliários de destaque em São Paulo — proporcionando à ARD a infraestrutura operacional que possibilita acesso off-market em condições institucionais.

Tem Dúvidas?

01.
Como as flutuações na taxa de câmbio EUR/BRL afetam o investimento?

Nossos investimentos e operações têm base no Brasil, o que significa que os ativos subjacentes são avaliados em Reais (BRL). Consequentemente, o retorno final convertido novamente para Euros fica exposto às variações da taxa de câmbio EUR/BRL. Embora o Brasil conte com um Banco Central autônomo que administra sua política monetária e a estabilidade da moeda, os investidores devem considerar os riscos padrão de flutuação cambial ao avaliar seus retornos esperados. Isso pode ser positivo ou negativo.

02.
A inflação tem um impacto negativo no investimento?

Assim como em qualquer mercado dinâmico, a inflação é um fator econômico padrão. O Banco Central do Brasil monitora ativamente e responde às pressões inflacionárias, com previsões atuais entre 4,5% e 4,7% para 2025 e 2026. Embora o setor imobiliário costume acompanhar a inflação, picos inflacionários repentinos ou prolongados podem impactar os custos de construção e o poder de compra local, que são riscos inerentes ao processo de desenvolvimento.

03.
Qual é o risco político associado a este investimento?

O Brasil opera como uma democracia madura, com estruturas jurídicas consolidadas, e mantém uma postura neutra no comércio global, o que o torna um parceiro estratégico para a Europa e os EUA. No entanto, investir internacionalmente sempre envolve exposição às dinâmicas macroeconômicas e políticas locais. Mudanças nas políticas governamentais, nas estruturas tributárias locais ou nas regulamentações econômicas são riscos sistêmicos que podem influenciar o mercado imobiliário como um todo.

04.
Quais são os principais riscos associados ao investimento?

Nosso modelo de desenvolvimento com pré-venda acelerada envolve diversos riscos padrão do setor imobiliário e de operações internacionais:

Risco de Conclusão:
O risco inerente a qualquer fase de construção, incluindo possíveis atrasos, interrupções na cadeia de suprimentos ou variações de custo durante o desenvolvimento.

Risco de Liquidez:
O setor imobiliário é uma classe de ativos ilíquida. Embora nosso modelo tenha como foco a geração de fluxo de caixa durante o desenvolvimento, o capital investido permanece comprometido durante todo o ciclo do projeto.

Risco Regulatório e Legal:
Operar internacionalmente exige conformidade com os marcos regulatórios financeiros tanto brasileiros quanto europeus, que estão sujeitos a possíveis mudanças legislativas ao longo do tempo.

Risco de Mercado:
A dinâmica geral do mercado e a demanda dos consumidores podem oscilar, o que pode impactar o ritmo de vendas das unidades e os retornos gerais do projeto.

05.
Qual é a estratégia de saída e quais são os riscos associados?

Nossa estratégia principal de saída é impulsionada pela pré-venda das unidades imobiliárias desenvolvidas, um modelo projetado para gerar fluxo de caixa estrutural ao longo de toda a fase de construção. O principal risco dessa estratégia é uma possível desaceleração do mercado, que poderia afetar o ritmo de vendas previsto ou os preços finais das unidades. Além disso, a finalização da saída envolve a repatriação de capital e lucros do Brasil para a Europa; esse processo está sujeito a regulamentações internacionais de transferência, às condições de mercado vigentes e às taxas de câmbio no momento da transferência.

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